Casa BE
Blocos de aparência efémera que levitam sobre o solo.
Paredes, Portugal · 2007–2013
Leveza gravítica.

Leveza gravítica
A ideia de uma arquitetura vernácula (esquecida) e da forma como ela procura formar um discurso claro entre a paisagem e as necessidades programáticas é algo que sempre admirámos. Um bom exemplo deste discurso são as estruturas de apoio à agricultura (normalmente com função de celeiros/espigueiros), que de uma forma mais ou menos aleatória iam pontuando a paisagem rural, como blocos de aparência efémera que levitavam sobre o solo. É precisamente esta ideia de “leveza gravítica” que nos fascina e na qual assenta o conceito deste projeto.


A base, os pilotis e o bloco gravítico
Genericamente, a proposta apresenta uma tripartição segundo os elementos vernáculos: a Base, com uma imagem de monobloco estático e megalítico, onde se encerram as funções de carácter menos público; a zona de Pilotis, onde se situam todos os espaços públicos da casa, e que explora a relação visual e física com o exterior; e, por fim, o Bloco “gravítico”, onde se situam os espaços privados da habitação.
Blocos que levitam sobre o solo.
Créditos
Arquitetos responsáveis
- Henrique Marques
- Rui Dinis
Arquitetos
- Daniel Neto
- José Oliveira
- Sérgio Rocha
- Rui Rodrigues
- Vasco Giesta
Direção financeira
- Carla Duarte
Engineering
- ASPP – Engenheiros, Lda.
Landscaping
- Joana Neto
Construction
- José Nunes Pereira, Lda.
Photography
- FG+SG®
Recognition
Awards
- Construir 2014